sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Da Inconsequência Humana

"Senhor, não me deixe julgar um homem
sem que eu tenha andado durante
duas luas com suas sandálias."

Prece de um Índio Navajo

Quando uma pessoa sofre um AVC, logo nos vem à mente todos os recursos existentes neste mundo moderno, criados especificamente para tratar das sequelas que esta doença trás.

Fisioterapias, Psicólogos especializados, Neurologistas, Aparelhos especiais, medicamentos de ponta, e logicamente, corremos atrás de todas estas 'portas', todos este recursos que bem sabemos, são primordiais para o 'conforto' do doente.

Até aí tudo bem.
Até aí podemos chegar.

Mas nos esquecemos que existe um limite, ao qual não conseguimos ultrapassar, e este limite é o sentimento da pessoa, o que vai por dentro do coração quando se vê de uma hora para outra, incapacitada de levar uma vida normal.

Aí começam os julgamentos:

Ah, ele não faz porque não quer, ele não anda porque não tem vontade, não melhora porque não se esforça, não se esforça, porisso que não se levanta.
Ou...já deveria estar andando como fulano, ou cicrano.

Palavras vãs, pré-julgamentos oriundos da ignorância humana, que não tem capacidade para sequer pensar:

"Como será que eu reagiria se fosse o portador desta enfermidade?"

pensem...

Obs...) Tenho observado na prática todos estes momentos de
pré-julgamentos aos quais muito me entristeço,
porque quem sofreu este AVC foi meu marido,
como já contei num post não muito antigo,
mas é a vida!!

44 comentários:

"giacomo" disse...

Vivian,
Gostaria de responder, de saber responder a essa pergunta, "como é que eu...", mas não vou nem tentar fazê-lo, é demasiado perturbador para mim. Assisti (longamente) à vida fugindo de uma pessoa querida - minha mãe - depois de um avc, tive a percepção que ela, enquanto isso lhe foi possível, "acreditava" que eu e minha irmã iríamos salvá-la, só por estarmos ali com ela, hipótese que os médicos diziam o mais improvável possível. Então, ocupávamos os nossos dias a 2"mentir", falando com nossa mãe, mesmo quando ela já nem devia ouvir-nos, imaginando como iria ser depois de ela se curar. Nem sei como estou contando isto.
Beijinho
jorge

Verónica disse...

Cada um sabe de si! Ninguém pode comprender a dor de um paciente a nao ser ele próprio.
Eu digo isto porque tenho acompanhado o percuso de uma pessoa de família com alzheimer e que tem outros complicações acrescidas de saúde. Sei que às vezes é complicado fazer ver a terceiros o sofrimento dessa pessoa.
Beijo e obrigada pela visita

HSLO disse...

Nossa que postagem...viu. AFF...perfeita.

abraços e um bom final de semana para ti

fred disse...

Lamentavelmente é da natureza humana supervalorizar as coisas que ocorrem consigo e menosprezarem as que ocorrem com as outras. Gostei do seu post, Vivian.
Beijos

Layne disse...

Oi Vivi!
Eu sou contra os pré-julgamentos... Aliás, não gosto de julgamentos pois acredito que nenhum ser humano esteja num patamar superior aos outros a ponto de ter o direito de julgar este ou aquele, isto ou aquilo. Mas, infelizmente, neste mundo existem muitos ignorantes que se sentem nesse direito. Fazer o que, né? É como vc disse em uma publicação anterior: "A ofensa (ou o julgamento) é como um presente - vc tem o direito de aceitá-lo ou não". Um maravilhoso final de semana pra vc, amiga, pois apesar de tudo e com tudo, ainda vale a pena viver e acreditar que se é feliz! Bjos e fique com Deus! Ahhh, vá 'espiar' a história de uma 'Maria Qualquer' lá no meu fotoblog: http://meumundointerior.nafoto.net

Tata disse...

Oi Vivi,

Julgamento é uma coisa tão feia!
As pessoas se esquecem de se colocar no lugar dos outros, de pensar se fossem com elas os problemas dos outros.....

Apontar o dedo é muito feio, não se lembram que quando se aponta um dedo existe outro voltando para quem apontou.

Acho que sinceramente mesmo andando com as sandálias do outro nunca vai ter a mesma dimensão que teve para pessoa, pq cada um sente de um jeito , percebe as coisas de modos diferentes. Então nem que eu andasse por kilômetros com as sandálias de outra pessoa poderia julgá-la! Em 1º lugar porque não sei o que a motivou a dar seus passos, pq todas as coisas tem dois lados, duas versões.Em segundo lugar pq amanhã pode ser eu a estar dando o mesmo passo, fazendo a mesma coisa, mesmo sem querer.
Poderia sim, aconselhada, nada mais do que isso.

beijus

Renata Maria Parreira Cordeiro disse...

Vivi, eu não tive um AVC, mas fiquei três anos de cama depois de uma tragédia na minha vida. Eu realmente não conseguia levantar-me e ouvia coisas do tipo "é preguiçosa, faz corpo mole, não quer trabalhar", então eu sei como se sente uma pessoa nessa condição: completamente impotente, pois não pode responder, e, por conseguinte, angustiada. imagino como deve estar sentindo-se a pessoa a que vc se refere. Mal, muito mal.
Querida, vou mudar um pouco de assunto, mas não pense, em momento algum que sou insensível por isso.
Postei nos meus três Blogs: no Galeria, no Poemas e Canções e no Doces Poesias:
http://docesspoesias.blogspot.com
Se vc quiser se distrair um pouco, passe lá.
Eu te amo, viu?
Um beijo,
Renata

Dauri Batisti disse...

Muito boa sua palavra. Alerta para todos. Lindo o pensamento do índio; mesmo que ja conhecido é sempre bom reler estas sábias palavras.

Beijo.

angela warlet disse...

Oi Vivian!
Cada pessoa reage frente a uma enfermidade conforme vinha levando sua vida até o momento.
Cada um tem o seu tempo e o seu modo de reagir.Há todo um processo de acordo com o diagnóstico(no caso área lesada) e prognóstico....então respeitar a dor,o tempo de recuperação e aprender sempre a extrair do amargo, o doce...é difícil,árduo,mas é amor a vida e ao ser humano.Beijo carinhoso,angela

paula barros disse...

Querida, esse caso específico e próximo a você, serve de exemplo para muitas outras doenças, físicas, mentais, emocionais e até diante do dia-a-dia dos ditos "normais", no trabalho, em casa, em qualquer lugar. Sempre estamos a julgar, a dar palpite, a querer mostrar solução. As vezes julgando realmente, por vezes numa tentativa de ajudar, ou por não sabermos lidar.

Fiquei a pensar as vezes que posso ter agido assim, e ficarei mais atenta.

São tantos momentos de luz que você nos coloca para refletir.

Sempre fico a pensar na pessoa mais próxima daquele que está doente. Como precisa também de conforto.

beijos e bom final de semana.

→ Thiago. disse...

Sábias palavras Vivi... E muito obrigado por demonstrar tanto carinho por mim, isso é ótimo.

O The young writer vai ficar escondidinho por algum tempo, até que as férias acabem e eu volte para o meu ritmo normal, ok? (confusões da doida da minha cabeça).

Um beijo, e pode apostar que irei te acompanhar sempre ^^

Quase Trinta disse...

Me deparo com essa realidade no dia-a-dia com meus pacientes e seus familiares.
Por isso acho tão importante a humanização da área da saúde, a individualização do tratamento.
Tratando cada paciente como único e seu tratamento individualizado, pq cada um responde de uma maneira.

O duro linda é quando vemos esses preconceitos vindo dos próprios familiares.

bjs

...EU VOU GRITAR PRA TODO MUNDO OUVIR... disse...

Coincidência?Acabei de postar um texto que fala sobre um assunto parecido:os julgamentos que são feitos sem que se saiba,muitas vezes,do que se está falando.

É necessário calçar as sandálias,vestir a camisa,viver o dia-a-dia sem nunca esmorecer,por anos a fio e o mais importante é que quem vive esta situação de dor não quer,jamais,dela se afastar...

Beijos carinhosos,Sonia Regina.

Diogo Caceres disse...

Boa noite Vivian. Compreendo seu pensamento amiga, cada um de nós é unico, tem sua maneira de sentir e portanto mesmo q 2 homens enfrentem a mesma dificuldade, a vivenciarão de maneiras distintas. Confia sempre em Deus amiga, que é quem entende o que se passa em nosso intimo. Meu pai teve AVC e foi um periodo de muita luta, entendo a maneira como vc sente. Tenha uma noite de muita paz e um excelente fim-de-semana!!

Cristiana Fonseca disse...

Olá Vivian,
Pré-julgamento, só tenho uma palavra a dizer : È horrível. Sei do que falo.
Beijos e um excelente fim de semana
Cris

Olavo disse...

Olá Vivian boa noite..
Minha mãe teve um AVC a três meses..mas infelizmente fatal..
Quando cheguei a Santos ela já estava sem vida..

Mas quanto ao fato do pensamento da pessoa com alguma enfermidade é realmente complicado..a aceitação é dificil...eu depois do acidente que tive..ainda não estou legal..meu pé está um horror..terça sofro nova cirurgia com o risco de perde-lo..o médico descobriu que minha diabete esta altissima
Ai que entra o que vc escreveu..Dificil..esta sendo muito dificil aceitar isso..só eu sei..eu escuto de tudo..tudo..nem gosto de comentar..

tenha um excelente final de semana
beijão

FRAN "O Samurai" disse...

Oi querida!

Nunca passei por uma situação como a sua Vivian, mas tenho bom senso para refletir e saber que é realmente difícil de se lidar.

Muitas pessoas não conseguem se colocar no lugar da pessoa que está em uma situação complicada como a do seu marido. Falta bom senso neles e saber se por naquela situação antes de tirar conclusões precipitadas sobre tal acontecimento.

É muita falta de pensar e analisar. Acham que é só querer que as coisas melhoram...

Querer muitas vezes não é poder! Depende de muitos outros fatores importantes para uma recuperação.

São pessoas incensíveis!

O pior é você ter que aturar os comentários dessas pessoas em sua volta. Mas tenha sempre fé e nunca perca a perseverança. Seja sempre forte como sempre foi. Você tem uma enorme luz interior e ela confortará seu coração sempre que precisar.

Beijos minha amiga e bom final de semana e paz!

De seu pupilo.

tossan disse...

Vivian, está difícil de comentar o meu sentimento se eu fosse um portador desta doença, não sei.
Quanto ao que os outro pensam não me importa, mas o que falam diretamente ao enfêrmo é estupidez Bj

Peter Pan disse...

Sensível Amiguinha:
Um AVC é um estado mental e fisíco delicados. Não escolhe o momento de se fazer evidenciar ou anunciar.
Todo o carinho com essas pessoas é pouco.
Devemos estar atentos, auxiliar em todos os domínios ao nosso alcance. Pessoal, Social e Humano.
Nunca esqueço que tenho na família pessoas que sucumbiram em face deste "ataque" inesperado e, como disse, necessitam de um constante apoio emocional e fisiológico, em que eles se sintam "amparados" e "acompanhados" na sua enfermidade de imensa gravidade.
Pela leitura, penso que, o seu dedicado marido, sofreu desta "enfermidade" também.
Fico na incerteza, se estará bem de saúde? (DESCULPE, perguntar, amiguinha). Sou solidário, acima de tudo.
O seu alerta às pessoas é sensível de apreensão e com consequências "catastróficas" quando surge e, por vezes, fulmina num ápice.
O tema que nos tráz é pertinente, actual e que urge esclarecer.
Beijinhos amigos de muito respeito, estima e consideração.
Sempre a admirá-la.
O AMIGO SINCERO

Peter Pan/Pena

Oxalá tudo esteja bem, amiguinha.

Daniel Savio disse...

Esquecemos que cada pessoa é um universo particular, com as suas dores, felicidades e, principalmente, limites...

Concordo que a maioria do pré-conceito são ruins, mas um pré-conceito que não podemos esquecer é que devemos amar a todos sem distinção.

Fica com Deus, Vivi.
Um abraço.

Mai disse...

Ei, Vivian.

jamais se poderá fazer quaiquer julgamento. Veja, há questões fisiológicas importantes e que permeiam um acometimento como estes que descreve - um AVC.
Acresce a isto, as circunstâncias várias de cada sujeito. Se somos únicos, reagiremos de forma singular, sempre.
Solidária a ti, neste desafio e prova com a qual te deparas e, coloco-me à tua disposição, mesmo sabendo que tem um ciclo tão vasto de relacionamento, e és, também terapeuta.

Muito carinho.

Renata Maria Parreira Cordeiro disse...

Vivi:
Estou muito chateada. Se vc puder tempo, vá ao Blog da Obra Literária (o primeiro nome não vou dizer, senão ela vai no meu Blog e apronta um escarcéu) ver o que um tal de Décio Brochado escreveu sobre mim. Por favor, me dê uma luz.
Também queria que vc fosse ao meu Blog Galeria e visse o poema que hj fiz, chmado "Somos apenas um", em que toma a máxima de Aristóteles que dizia que a amizade, ou seja, o amor em si, é uma alma habitando dois corpos. Acho que vc vai gostar.
Estou arrasada.
Beijos,
Renata

Paula Menna Barreto Hall disse...

Um dia depois do outro...dizen uns que o fato de reconhecermos determinado comportamento, já é um passo para não continuar repetindo O "erro". Talvez seja inevitável julgar, a gente faz isso o tempo todo, mas o amor e carinho são maiores e você está aí, companheira do seu maridão. Isso é tudo. Um dia após o outro...beijo

Cores, Letras e Notas disse...

Cada um sabe da tua dor e das suas possibilidades, o limiar de dor difere muito de um ser para outro, ngm pode julgar e não deve. A empatia com ps entes queridos é outra coisa muito real e comovente.
O Mestre disse: sejamos médicos de nós mesmos, mas nunca juizes de ngm. Corajem e força.
Abs
Celso

Lygia Prudente disse...

Olá! Pense que não há paradigmas, nem receitas que nos ensinem a nos comportar antes situações de sofrimento. São exatamente estes momentos de dor que nos ensinam e nos ensinarão sempre, acrescendo-nos de solidariedade , compaixão, partilha, sentimentos nobres, imprescindíveis à sobrevivência digna do sujeito. Também já enfrentei momentos de grandes dores: vivencei a enfermidade da minha mãe que "descansou" quando eu tinha apenas 18 anos. Antes disso, um irmão de 7 meses, pai -em menos de 8 dias, sogra (adorável) vítima de alzheimer e assim vai. De tudo isso ressalto: somos muito egoistas quando pedimos aos céus pela permanência destes entes tão queridos na vida terrena, alheios ao sofrimento. Enfim, que entendamos e sejamos os verdadeiros cuidadores destas pessoas -tão queirdas e ligadas a nós - colocando-nos sempre em seus lugares, rodeando-lhes do que de melhor pudermos, principalmente carinho, afeição, respeito e calor humano.
Um abraço,
Lygia Prudente

Pelos caminhos da vida. disse...

Não sei nem o que dizer para vc amiga.

Bom domingo.

bjs.

•.¸¸.ஐBruneLLa Wyvern disse...

O preconceito é uma das maiores burrices da humanidade!
Beijos e borboleteios Vivi

Multiolhares disse...

As pessoas gostam de julgar, de condenar,
mas não gostam que as julguem
No final quem pensamos que somos para dizer seja o que seja de outras pessoas

beijos

intimidades disse...

as pessoas so julgam porque acham que na mesma siuacao nao eram capazes de fazer o mesmo

Jokas

Paula

Eduardo Miguel disse...

- Forte, muito forte refletirei muito...

Mari disse...

Oi vivian!

Também penso assim. O pré-julgamento ou o ato de estigmatizar pessoas em vida talvez seja oriunda da maldade que não é mais humana, passa a ser desumana, enfim.
Que possamos pensar com carinho nos sofrimentos da s pessoas, respeitando, seja na dor física ou espiritual, sem nenhum juízo de valor.
Beijos, Feliz Natal, mari.

Mari disse...

Feliz Natal para vc e seu marido e família, com paz e amor!

JOICE WORM disse...

Sabe, Vi... Na minha profissão de Auxiliar de Enfermagem, e com práticas com doentes mentais e discapacitados físicos, compreendi muita coisa. Tanto a partir dos doentes, como por ver o trabalho dos cuidadores. E digo-te amiga, que o papel de quem cuida é o mais importante no tratamento do que a parte fragilizada.
Vou lhe deixar um beijo grande para ti e para seu marido. Diga-lhe no ouvido que vai lhe dar um beijo enviado da Espanha, que apesar de estar muito frio, vai cheio de energia e saúde para ele.
Muac!

Giane disse...

Vivi...

É a Vida sim.
Vista sob a ótica da insensibilidade e da insensatez.
Triste saber, mas há quem não possa ter empatia por nada ou por ninguém.
Por isso que acredito na Lei da Compensação.
Para cada ser triste, existe o equivalente em Bondade e Alegria.
E a Vida segue em constante equilíbrio...


Beijos mil!!!


PS: Olha Nós Aqui!!! ;)

Cadinho RoCo disse...

O simples fato de julgar o outro já é algo que requer muito, mas muito cuidado mesmo.
Cadinho RoCo

Juliana Lira disse...

Viv

Jugar é muito facil, demais...
dificil é ser humano e entender que as dores das pessoas,são inumeras vezes tão intensas e fortes que se estivessemos por um instante em sua pele morreriamos sem pestanejar.

Mil beijos

FERNANDA & POEMAS disse...

Olá querida Vivian, fiquei sem palavras... Deixo-te muitos beijinhos de carinho e ternura,
Fernandinha

Véu de Maya disse...

minha querida amiga!

Lhe deixo uma Xi.coração muito forte pela sua bravura e beleza...

Véu de Maya.

Parapeito disse...

...depois de a ter lido...e imaginando como deve ficar triste por tais julgmentos...só lhe deixo um abraço do tamanho da distãncia que nos separa**

KÁTIA CORRÊA DE CARLI disse...

Vivian querida
O que dizer numa hora dessas?
Se próxima de ti eu estivesse, daria-te uma abraço apertado, silencioso e poderias ler o meu olhar...
Mas estou longe... faltam-me palavras, embora sobre-me compreensão...
Só posso dizer-te: estou aqui!
Força, vc não está só.
beijo

Deusa Odoyá disse...

Vivian querida.
Antes de qualquer coisa precisamos ter Deus, e sermos humanos.
Temos que ter solidariedade com o próximo.
Ouvir e ter paciência com as pessoas doentes.
Termos amor em nossos corações, pois só assim poderemos nos ajudar nessa missão também...
Beijinhos de muita luz e paz.

Fique na paz do mestre Jesus.

Regina Coeli.

Sheila disse...

é querida Vivi esta lição serve para todas as situações difíceis, a arrogância cria julgamentos e pré conceitos mas vc tem ampla visão sabe se desvencilhar destas armadilhas :)

{♥Åññä Lµí§ä♥}_L€ØNARÐØ disse...

Parabéns você disse tudo...
Tenho 21 anos e minha mãe sofreu um AVC faz 3 anos e fiquei sem chão.
Perdi a vontade de viver ao velá-la em cima da cama.
Sou filha única e sempre fui muito paparicada e tudo isso acabou...
Meu pai não é o mesmo ficou de coração duro...

Cheguei a pedir para Deus ser eu no lugar dela com essa doença...

Muito legal entrar aqui e ler coisas interessante como as que você posta nesse lindo Blog.

Beijão para você !

freefun0616 disse...

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