segunda-feira, 11 de maio de 2015

Pensar é causar...

Este texto foi uma das matérias em um curso que 
eu fiz à 25 anos atrás no Círculo Esotérico da 
Comunhão do Pensamento, e com ele eu 
aprendi a filtrar todas as mensagens 
que envio à minha mente. 

Esta prática tem me livrado de muitos 
aborrecimentos, porque com ela tenho 
total domínio dos meus 
pensamentos. 

E sendo assim, caminho o mais perto 
possível da paz e tranquilidade espiritual. 

Só absorvo o que me faz bem, ou seja, procuro 
enviar ao meu cérebro só mensagens positivas

Caminhos da Mente Humana

A mente humana grava e executa tudo que lhe é enviado, 
seja através de palavras, pensamentos ou atos, seus ou 
de terceiros, sejam positivos ou negativos, basta 
que você os aceite. 

Essa ação sempre acontecerá, independente se 
traga ou não resultados positivos para você. 

Um cientista de Phoenix - Arizona,
Dr. Eduard Mitchel 
queria provar essa teoria. 

Precisava de um voluntário que chegasse 
às últimas conseqüências. 

Conseguiu um em uma penitenciária. 

Era um condenado à morte que seria executado 
na penitenciária de St. Louis, no estado de 
Missouri, onde existe pena de morte 
executada em cadeira elétrica. 

Propôs a ele o seguinte: ele participaria de uma 
experiência científica, na qual seria feito um 
pequeno corte em seu pulso, o suficiente 
para gotejar o seu sangue até a última 
gota final. 

Ele teria uma chance de sobreviver, 
caso o sangue coagulasse. 

Se isso acontecesse, ele seria libertado.

Caso contrário, ele iria falecer pela perda do 
sangue, porém, teria uma morte sem 
sofrimento e sem dor. 

O condenado aceitou, pois era preferível do 
que morrer na cadeira elétrica e ainda teria 
uma chance de sobreviver. 

O condenado foi colocado em uma cama alta, 
dessas de hospitais, e amarraram o seu corpo 
para que não se movesse. 

Fizeram um pequeno corte 
em seu pulso. 

Abaixo do pulso, foi colocado uma 
pequena vasilha de alumínio. 

Foi dito a ele que ouviria o gotejar 
de seu sangue na vasilha. 

O corte foi superficial e não atingiu nenhuma 
artéria ou veia, mas foi o suficiente para ele 
sentisse que seu pulso fora cortado. 

Sem que ele soubesse, debaixo da cama 
havia um frasco de soro com uma 
pequena válvula. 

Ao cortarem o pulso, abriram a válvula do frasco 
para que ele acreditasse que era o sangue dele 
que estava caindo na vasilha de alumínio. 

Na verdade, era o soro do frasco que gotejava. 

De 10 em 10 minutos, o cientista, sem que 
o condenado visse, fechava um pouco a 
válvula do frasco e o gotejamento 
diminuía. 

O condenado acreditava que era seu sangue 
que estava diminuindo, e com o passar do 
tempo foi perdendo a cor ficando cada 
vez mais pálido. 

Quando o cientista fechou por completo a 
válvula, o condenado teve uma parada 
cardíaca e faleceu, sem ter perdido 
sequer uma gota de sangue. 

O cientista conseguiu provar que a mente 
humana cumpre, ao pé-da-letra, tudo que 
lhe é enviado e aceito pelo seu hospedeiro, 
seja positivo ou negativo. 

E que sua ação envolve todo o organismo, 
quer seja na parte orgânica ou psíquica.

.........................

...este exemplo é um alerta para filtrarmos 
o que enviamos para nossa mente, pois 
ela não distingue o real da fantasia, 
certo do errado. 

simplesmente grava e cumpre 
o que lhe é enviado. 


portanto, lembre-se: cuide dos seus pensamentos.

PENSAR É CAUSAR!

_^_

4 comentários:

luís rodrigues coelho Coelho disse...

Bom dia Vivian
Você é uma pessoa linda e o que escreve mostra essa parte maravilhosa.
Ao longo da nossa vida vamos aprendendo .
Ao longo dessa caminhada orientamo-nos para pensamentos positivos.

✿ chica disse...

Que bom quando temos esse controle! vale muito e só ajuda! bjs, linda semana! chica

jair machado rodrigues disse...

És surpreendente querida Vivian, acerto ao procurar este blog, tenho aprendido muito por aqui, e com palavras, o que mais gosto. Impressionante isso, gostei, vou procurar mais, talvez, quem sabe, isso não me ajude.
ps. Carinho respeito e abraço.

Ricardo disse...

E gostei do tom intimista com que foste desenvolvendo o teu magnifico poema.